Qual é o fator que mais impede sua felicidade em ascensão?

Fonte: www.terapeutasquanticos.com

Medo

Estamos vivendo um momento muito especial do planeta. Uma chamada geral para o autoconhecimento e para a quebra de padrões limitantes, que impedem a ascensão e a felicidade.

Através das terapias holísticas e tratamentos naturais, vemos a união de forças entre o conhecimento ancestral e as novas técnicas de harmonização trabalhando juntas para acelerar os processos de cura.

 

Por isso, vamos falar sobre o medo. Sem qualquer dúvida, o medo é o fator mais limitante, que retarda qualquer processo interno de desenvolvimento. Ele pode comprometer sua vida em todos os aspectos: físicos, emocionais e espirituais.

Mas vamos inicialmente entender o que é o medo. O medo é uma sensação que proporciona um estado de alerta demonstrado pelo receio de fazer alguma coisa, geralmente por se sentir ameaçado, tanto fisicamente como psicologicamente. Pavor é a ênfase do medo.

É também uma reação obtida a partir do contato com algum estímulo físico ou psíquico de mentira, (interpretação, imaginação, crença) que gera uma resposta de alerta no organismo. Esta reação inicial dispara uma resposta fisiológica no organismo que libera hormônios do estresse (adrenalina, cortisol) preparando o indivíduo para lutar ou fugir.

Esse estado ou condição acompanha o homem desde a antiguidade e as reações hormonais produzidas pelo nosso corpo são as mesmas desde então.

Ou seja, para o seu corpo, não existe diferença se você está correndo de um predador na era da pedra lascada ou se está com medo de perder o emprego em 2016.

Numa situação de medo, são liberados hormônios como a adrenalina, que invadem seu organismo acelerando os batimentos cardíacos e contraindo as artérias para fornecer mais sangue para os músculos ficarem prontos para a ação (lutar ou correr). E o cortisol, que é o hormônio do estresse, agindo em dupla com a adrenalina. Secretado em situações de risco, recruta um exército para defender o corpo, equilibrando a retenção de sódio nos rins (para manter alta a pressão arterial e o corpo em alerta) e aumenta os níveis de glicose no sangue, como energia extra.

Pois bem. Depois de uma determinada situação de risco, o correto seria que esses níveis de adrenalina e cortisol baixassem e o corpo pudesse descansar, certo?

Mas o que acontece com o organismo uma vez exposto a ameaças constantes?

O estresse contínuo leva à hipertensão crônica, e a vasoconstrição causada pela adrenalina, podendo trazer um efeito indesejável nos homens como impotência, por exemplo, enquanto que o cortisol derruba a imunidade, abrindo o corpo a infecções.

Ao buscar tratamento ou ajuda para o medo, temos que entender a origemdesta sensação.

Nenhum tipo de medo pode ou deve ser descartado ou ignorado. Pois ele pode fazer parte de uma cadeia de sentimentos e bloqueios importantes. Seja o medo aparentemente bobo de baratas ou lagartixas, ou o medo de escuro, até mesmo os medos ancestrais como o medo da morte.

Todos eles trazem uma oportunidade de aprendizado, pois apresenta semprefacetas da história do indivíduo que ele não conhece, justamente pelos bloqueios que o medo impõe.

Da mesma maneira que a reação fisiológica ao medo é a mesma no homem antigo e no homem moderno, a origem dos medos também se mantém a mesma. Será que não vale parar um minuto e questionar que se o homem evoluiu tanto nos últimos 100, 500 anos, seus medos não deveriam ter mudado?

Alguns exemplos de medos coletivos que acompanham o homem desde sempre:

  • Medo da peste (doenças como sífilis, tuberculose, peste negra, aids, câncer, zika, etc)
  • Medo de fenômenos naturais (tempestades, terremotos, catástrofes em geral)
  • Medo do desconhecido (paganismo, bruxas, seres de outros planetas, fantasmas, vampiros, o diabo)
  • Medo da ira divina (temer a deus acima de todas as coisas, medo da morte, do inferno, do pecado, do pagamento de dívidas cármicas, etc.)

Ao invés de minimizarmos ou eliminarmos esses medos, eles apenas se somaram a medos mais modernos:

  • Medo da guerra (terceira guerra mundial, armas nucleares, terrorismo)
  • Medo de ter medo (síndrome do pânico, ansiedade, fobias e tantos outros transtornos psicológicos)
  • Medos existenciais (medo da solidão, de envelhecer, de não ser bem visto, de não ser reconhecido, de não ser bem-sucedido)

Todos esses medos que existem há milhares de anos têm sua origem na formatação do organismo humano. Sabemos que a história da raça humana ultrapassa os limites do planeta Terra, mas por agora, basta saber que a parte mais primitiva do nosso cérebro é de origem reptiliana (Paul MacLean). OCérebro Reptiliano (ou Complexo-R) possui duas emoções básicas: a agressão e o medo. O cérebro reptiliano é paranoico por natureza, pois para ele tudo é ameaça. Ele passa o dia todo rastreando e examinando tudo ao seu redor em busca de alguma ameaça em potencial. Situações, objetos, pessoas, outros seres vivos, ideias (diferentes das suas), crenças (que não sejam as suas), tudo pode ser uma ameaça.

Então, talvez aquele medo que você sente e não sabe explicar, tenha origem na sua ancestralidade. No consciente coletivo que fica impresso como memória celular, ativando a cada situação de risco (real ou imaginária) que o indivíduo tenha que enfrentar.

Infelizmente, a maioria das pessoas traz impresso em sua história um mosaico de registros traumáticos.

(Aqui vale uma reflexão. Somos seres multidimensionais. E pensando quanticamente, interagimos o tempo todo com realidades paralelas, sejam elas vidas passadas, registros coletivos de memória, frequências sutis que irão ativar os medos toda vez que existir um estímulo.)

E qual a função do medo? Por que a humanidade com todo o seu avanço tecnológico não deu conta de exterminar o medo?

Porque o medo é o sistema de controle mais eficaz e útil que existe. Desde o princípio do princípio, o mais forte, ou o mais esperto, se valeu da manipulação do medo para controlar as massas. Um exemplo clássico com consequências até os dias de hoje: Quando o imperador Constantino resolveu colocar ordem no povo, estabeleceu que a partir do Conselho de Niceia, alguns manuscritos dentre tantos fariam parte do livro que conhecemos como Bíbla. Naquela época – cerca de 300 anos depois da morte de Jesus – todos eram livres para escolher cultuar aquilo ou quem quisessem. Mas para poder obter o controle da população da época, Constantino determinou que os textos e livros que não foram escolhidos por ele fossem queimados e os seus seguidores presos como hereges. Estabeleceram-se então todos os medos religiosos, obrigando a população a temer um único deus, a seguir a “palavra” sem questionar, a aceitar a autoridade religiosa como autoridade máxima incontestável. A consequência até hoje é o medo do desconhecido. São poucos os que ousam ir além e investigar a (sua) Verdade.

Outro exemplo clássico que é utilizado com um êxito revoltante: o medo das doenças para se obter o maior lucro possível. A indústria farmacêutica apresenta margens de lucro muito maiores do que qualquer outra indústria. Enquanto que a margem de lucro de uma farmacêutica pode chegar a 42%, os bancos, que são conhecidos por seus lucros absurdos não ultrapassam 29%.

Daria para descorrer horas sobre como o medo é utilizado por governos, ordens religiosas, mídia, mas fique à vontade para fazer suas próprias pesquisas e tirar suas conclusões.

Olhando para dentro agora, cada um de nós pode se considerar uma árvore de natal, cheia de bolinhas coloridas, sendo cada bolinha um registro traumático que irá funcionar como gatilho para algum tipo de medo, fobia, insegurança. E as luzinhas estão ligadas a uma rede neural que funciona como uma matriz que envia os impulsos que fazem com que elas se acendam ou se apaguem.

Cabe a cada um olhar objetivamente para seus medos e tentar identificar a causa e a origem. Muitos têm origem na infância ou mesmo na gestação e ficam ativos por toda a vida. E estes podem ter ligação com outros medos mais antigos ainda, que se não forem tratados irão desencadear uma série de problemas ao longo da vida.

Dentro das terapias complementares, a Cura Quântica Estelar tem demonstrado excelentes resultados ao longo das últimas décadas, no desbloqueio desses registros impressos em nossa história e na nossa energia.

Vale entender que ao interagirmos com diversos níveis sutis de consciência (multidimensionalidade), estamos nos deparando constantemente com a oportunidade de liberar esses traumas, o que representa a libertação e o despertar de outras realidades paralelas, que também podem estar presas à nossa realidade. Ou seja, o trabalho energético de limpeza, libertação e perdão é benéfico não apenas para o próprio indivíduo, mas seus benefícios serão refletidos na família, na sociedade, no planeta…

Afinal, é um sinal de coragem o simples fato de querer enfrentar seus medos. A maioria nem sequer pensa em tentar, tão paralisadas que estão.

Seja livre, pois esse é o seu projeto inicial enquanto alma. E não se esqueça disso.

→ Saiba como você pode aprender mais e se ajudar: Método Omrom I 

→ Para atendimento individual, entre em contato.

Referências:

https://eduardolbm.files.wordpress.com/2014/09/the-triune-brain-i-issue.pdf

https://eduardolbm.files.wordpress.com/2014/09/the-triune-brain-ii-issue.pdf

COMPLEXO-R (CÉREBRO REPTILIANO)

http://www.health.harvard.edu/newsweek/what-causes-depression-2.htm

http://www.psicoethos.com.br/si/site/010403/p/Medo%20-%20Compreens%C3%A3o%20e%20Enfrentamento

http://www.bbc.com/news/business-28212223

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