Como transformar a sua realidade 

                            

Por EFTBrasil
Psicologia Energética 

 

 

 

Unidade na diversidade

 

O primeiro ponto que você precisa entender é que não somos seres isolados em nosso mundo: somos apenas pequenas células pensantes em um complexo ecossistema que somente agora começa a ser cientificamente desvendado. Esta afirmação pode parecer estranha a muitas pessoas, mas ninguém estranha o fato de que nossos corpos são formados por aproximadamente 70 trilhões de células inteligentes e que se comportam como uma unidade corporal. Isso mesmo, elas tem consciência, se comunicam, se reproduzem, estão repartidas em diferentes funções e sabem cada qual o lugar que lhe corresponde. Acompanhe comigo:

O homem, como qualquer produto da natureza, compõe-se da trindade corpo, alma e espírito. Ele se sente como uma unidade absoluta e a denomina de “eu”. Se observarmos este fato com mais detalhes, descobriremos que como unidade, o homem se subdivide em pequenas unidades menores, como os órgãos. Mas estes também são unidades individuais: de outro modo não poderíamos distinguir um coração de um fígado (a medicina cartesiana, por sinal, adora esta divisão!). Isso pressupõe que cada órgão também tenha uma consciência individual, embora isso nos pareça estranho porque acreditamos que somos os únicos dotados deste talento.

Tudo que se desenvolve como ente vivo e mostra uma individualidade possui consciência, mesmo que tenhamos dificuldades em compreende-la simplesmente porque ela é diferente da nossa.  Por exemplo, não negamos a consciência do cão porque ele interage conosco, mas temos resistência ao pensar desta maneira sobre uma mosca!

Olhando deste ângulo, temos que admitir que nossos órgãos possuem consciência também. O fígado, por exemplo, se sente como uma unidade completa e individual, sua tarefa consiste exclusivamente na função “fígado”. Ele não age como “coração”, mas se falhar, sua autoridade superior – o homem, ao qual está integrado – sofrerá.

Se nos aprofundarmos nesta análise, alcançaremos unidades menores chamadas células.

Cada célula também é uma individualidade. Ela vive e se reproduz, possuindo portanto, uma consciência que faz com que ela se perceba individual – “eu sou” – embora sua função seja somente a de ser uma “célula do fígado”.

Se esta função não estiver a contento e ela descobrir um impulso para liberdade, então se tornará uma célula cancerosa pois estará abandonando sua subordinação a uma ordem superior. Neste caso, o ser humano, portador deste grupo, tentará eliminá-las para preservar sua própria existência.

Assim como a célula faz parte de uma individualidade maior chamada órgão, assim como o órgão é apenas parte da individualidade “homem”, assim este homem é apenas parte de um todo maior. Ele é apenas uma mera célula de um organismo superior chamado planeta Terra – denominado sabiamente pelos antigos Gaia, a Mãe Terra. Este é o motivo pelo qual os nativos dizem “eu pertenço a terra”, e não “eu sou o dono deste pedaço”.

Este planeta, como todos os outros, é um ser inteligente, que possui além do corpo uma consciência. Não fosse assim, ele seria como a lua – um cadáver em decomposição. E que portanto também possui seus mecanismos de defesa e compensação – e as mudanças climáticas que estamos vivenciando são testemunho disso.

Como se percebe, tudo se inter-relaciona, vem de dentro para fora, do pequeno ao maior, e o micro é igual ao macro – e vice-versa! Isso é o que alguns cientistas chamam de “Holograma Quântico”, onde cada pequeno pedaço reflete o todo do conjunto

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Estabelecendo novos grupos

 

Na vida, por Lei de Afinidade (lembre-se sempre: semelhante atrai semelhante), alguns de nós somos células do cérebro, outros do coração, alguns do estômago e assim nos distribuímos conforme nossas aptidões. Não existe engano: você está no lugar que lhe corresponde conforme seus próprios impulsos, sejam eles conscientes ou não.

Estes paralelos dão a você a ideia clara de um conceito chamado no meio terapêutico de “sistêmico”, ou seja, todos estamos integrados e reverberando conforme a consciência do(s) grupo(s) a que pertencemos – e estamos sempre naquele ao qual temos afinidade energética. E há vários em nossas vidas: a base é sempre a família, depois escola, amigos, trabalho e religião.

Como pequenas células em cada um destes órgãos (ou grupos), também queremos dizer que somos totalmente responsáveis por tudo que acontece nele. Tudo aquilo que percebo com meus cinco sentidos também está dentro de mim, caso contrário não seria trazido ao meu campo de consciência. Minha vida é um espelho que reflete aquilo que eu sou, mesmo que eu interprete alguns eventos como facetas do comportamento das outras pessoas.

Isso abre espaço para vários tipos de entendimento.

 

O primeiro é: porque eu nasci numa família como a minha?

 

A psicologia tradicional diz que você adquiriu seus hábitos e comportamentos presentes porque assimilou isto do meio em que passou os primeiros anos de sua vida, ou seja, de seus pais. A ideia parece muito lógica vista, novamente, pela ótica puramente cartesiana – além de ser um excelente meio de eximir-se de responsabilidade e dizer: “sou assim porque minha mãe era assim…” ou qualquer outro discurso similar. Procurar nos pais a responsabilidade ainda é uma maneira de projeção exterior da própria responsabilidade.

No entanto, estamos entrando na era da física quântica, que refuta estes conceitos lineares. Se fosse desta maneira que as coisas realmente acontecessem, então isto estaria em confrontação com o princípio essencial mencionado desde o começo: a Lei de Afinidades. E o universo não contraria seus próprios desígnios.

Falando claramente, você nasceu em um lugar que reflete quem você é por dentro. O espelho não mente sobre sua imagem. Entendendo que o universo é redondo e que tudo volta ao ponto de origem, então percebemos a lógica por trás da reencarnação.

Este é um dos motivos pelos quais ao tratar uma criança nós precisamos saber como foi a gestação: toda mãe sabe que nenhuma é igual a outra e que as emoções mudam em cada gravidez. O princípio da vida de uma pessoa nos dá uma pequena imagem de qual é a sua carga e o que ela trará quando tornar-se adulto, assim como toda semente traz o holograma da árvore dentro de si

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Porque eu tenho os problemas que tenho?

 

É simples, porque você está lá! Você é uma célula neste conjunto.

Um dos mais brilhantes insights da física diz que “o observar molda o objeto de sua percepção”. Dito de outra maneira, significa que qualquer fenômeno visto por alguém de fora está sendo influenciado por aquele que o observa. Vou explicar: a luz é partícula ou onda? Os dois, mas tudo depende da maneira como é observada, medida e mensurada.

Quando falamos em comportamento sistêmico, queremos dizer que todos os envolvidos em um conflito tem participação ativa nele – mesmo que de forma inconsciente. Se nutrimos emoções negativas quando presenciamos um conflito, por exemplo, o estamos influenciando negativamente ainda que nos mantenhamos em silencio. E o oposto também é verdadeiro: presenciar o mesmo conflito de forma pacífica e serena dissipa a inconsciência alheia da mesma forma que a sombra desaparece quando se acende uma luz.

Você já deve ter percebido que duas pessoas diferentes reagem de maneiras diferentes ante o mesmo evento, e isso muitas vezes acontece dentro da mesma casa entre dois irmãos que, teoricamente, tiveram a mesma criação. A explicação é simples: cada um traz a sua própria bagagem de consciência.

Isso se aplica ao trabalho, aos estudos, aos casamentos: é sempre uma questão de encaixe e você é parte integrante dele

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A grande Teia da Vida

 

Novamente a sabedoria antiga diz que todos estamos unidos pela Teia da Vida, conectados permanentemente com tudo que nos cerca. Esta era a maneira de nossos ancestrais descreverem nossas interrelações com o Todo. Um dos termos usados pela moderna ciência para descrever este efeito de Consciência Coletiva chama-se Campo Quântico.

O primeiro experimento que deu suporte a esta explicação foi realizado pelo Dr. Vladimir Poponin, da Academia Russa de Ciência. Nesta experiência começou-se por esvaziar um recipiente (criando um vácuo em seu interior) e o único elemento deixado dentro foram fótons (partículas de luz). Foi medida a distribuição destes fótons e descobriu-se que estavam distribuídos aleatoriamente dentro deste recipiente. Este era o resultado esperado.

Então foi colocada dentro do mesmo recipiente uma amostra de DNA e a localização dos fótons foi medida novamente. Desta vez os fótons haviam se ORGANIZADO EM LINHA com o DNA. Em outras palavras, o DNA físico produziu um efeito em invisíveis partículas de luz.

Depois disto, a amostra de DNA foi removida do recipiente e a distribuição dos fótons foi medida novamente. Os fótons PERMANECERAM ORDENADOS e alinhados onde havia estado o DNA. Isto nos impele a aceitar a possibilidade que exista um NOVO campo de energia e que o DNA está se comunicando constantemente com os fótons por meio deste campo. Estamos moldando nosso universo a cada segundo com nossa simples presença…

Em outro experimento, levado a cabo por militares, foram recolhidas amostras de leucócitos (células sanguíneas brancas) de um número de doadores. Estas amostras foram colocadas em um local equipado com um aparelho de medição de mudanças elétricas. Nesta experiência, o doador era colocado em um local e submetido a “estímulos emocionais” provenientes de videoclipes. O DNA era colocado em um lugar diferente do que se encontrava o doador, mas no mesmo edifício. Ambos, doador e seu DNA, eram monitorados, e quando o doador mostrava seus altos e baixos emocionais (medidos em ondas elétricas), o DNA expressava RESPOSTAS IDÊNTICAS e AO MESMO TEMPO. Não houve lapso e retardo de tempo de transmissão. Os altos e baixos do DNA COINCIDIRAM EXATAMENTE com os altos e baixos do doador. Os militares queriam saber o quão distantes podiam ser separados o doador e seu DNA e continuarem observando este efeito. Pararam de experimentar quando a separação atingiu 80 quilômetros entre o DNA e seu doador e continuaram tendo o MESMO resultado. Sem lapso e sem retardo de transmissão. O DNA e o doador tiveram as mesmas respostas ao mesmo tempo. Isto significa que as células vivas se reconhecem por uma forma de energia não reconhecida anteriormente. Esta energia não é afetada pela distância e nem pelo tempo. Esta não é uma forma de energia localizada, é uma energia que existe em todas as partes e todo o tempo.

Se unirmos os 2 experimentos, podemos concluir: suas emoções estão agora mesmo moldando seu mundo

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Quer mudar o mundo, comece por você!

 

Agora compreendemos a frase imortal de Gandhi, assim como o princípio do Hooponopono.

Existem diferentes formas de alterar dentro de você aquilo que colabora para que as situações negativas persistam. De que maneira?

Você pode aplicar EFT para eliminar seus gatilhos emocionais – e toda forma de sofrimento possui os seus. É uma excelente maneira de começar sua jornada de auto-transformação. Só então você perceberá como tem contribuído de forma ativa para a manutenção da sua própria situação de vida.

Além disso, torne-se um observador sereno de sua vida: aprenda a ser emocionalmente transparente, não permita que sua mente faça de seus sentidos um parque de diversões! Se tudo que acontece em seu ambiente externo é reflexo de seus próprios condicionamentos e reações (que são fruto da inconsciência), então mudar a maneira como você os interpreta é suficiente para a mudança aconteça naturalmente. Eu sou testemunha disso, e acredite: é mais simples do que parece!

Mude sua interpretação e o mundo muda naturalmente: elogie ao invés de reclamar, aceite ao invés de rejeitar, perdoe ao invés de esquecer… tudo é sistêmico, e tornando-se consciente das limitações e ilusões criadas pelo seu próprio ego, você está criando consciência em seu ambiente também…

Com esse conhecimento em mãos você vai começar a compreender porque a China, o responsável pelo que os estudiosos chamam de “Holocausto Tibetano” insiste em ver provocações em qualquer manifestação pacífica de seu exilado mais ilustre: o Dalai Lama. E este, apesar de presenciar esta tragédia sobre sua terra e seu povo, não desiste de expressar sua compaixão em frases como “Apesar da tragédia perene do Tibete, eu continuo encontrando muito bem no mundo”…

 

 

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